
ATA DA ASSEMBLÉIA REALIZADA EM
20/08/06
Composição da mesa:
Presidente - Pedro Ribeiro
Secretaria – Cristina Denise Alves
A assembléia foi iniciada com a leitura pelo associado Arthur e aprovação da ata
anterior.
Foram transmitidos pelo presidente
as seguintes informações:
• PLACA: A Praia do Abricó recebeu a visita do administrador do Parque de
Grumari, que reclamou que a A.N.A. estaria impedindo a limpeza do mato na
encosta do fundo da praia supostamente alegando que o mato protegeria a visão de
cima da estrada. Pedro defendeu a associação mostrando que o problema não é a
visão da estrada, é, sim, a possibilidade de pessoas descerem pela encosta,
tornando a praia insegura; Também estaria impedindo a entrada de pessoas
vestidas. Pedro explicou ao administrador que isto se faz necessário por motivo
de organização e trarnquilidade. Por causa dessas considerações e para evitar
futuros aborrecimentos, pois teríamos que furar pedras, a placa doada pela Rede
Record não foi afixada ainda.
• CONGRENAT: Teme-se o insucesso do evento e o achincalhe do nome da A.N.A.,
pois o tempo está se esgotando e vários pontos fundamentais ainda estão
indefinidos, tais como patrocínio. Parte da comissão designada para tal não está
atuando adequada e harmonicamente, evidenciando assim sua falta de
comprometimento.
• FINANÇAS: Quatro cotas do empréstimo contraído, para pagamentos de despesas
extras durante o verão (seguranças), já foram pagas, do total de 10; foi
adquirido um novo aparelho celular, pois o anterior foi corroído pela maresia,
ao preço de R$ 245,00, a ser pago em 6 prestações. Manteve-se o número atual –
86390368.
No dia 18/08/06, 6ª feira, houve novo incêndio no armário. Apesar do prejuízo
ter sido menor do que da outra vez, foram queimadas todas as madeiras,
correntes, placas informativas, frescobol, bingo e mesas plásticas.
No intuito de prevenir, ou pelo menos dificultar muito a ação dos vândalos que
nos atacam, foram apresentadas 4 (quatro) propostas, sendo escolhida a idéia de
usar-se zinco, como uma segunda parede. Hamilton e PQD se ofereceram como
mão-de-obra para tal.
Já se tornou pública a conduta inadequada de um freqüentador conhecido como
“Junior”, que está usado o nome da A.N.A. como se essa fosse fachada para
prática de swing. Tal fato gerou e-mails e denúncia verbal, mesmo que a
posteriori, feita pelo associado Arthur, para a Associação. Pedro reclama que só
após a divulgação do acontecido recebeu reclamações de várias pessoas contra o
mesmo rapaz; para que se possa tomar uma atitude eficaz, ou seja, expulsá-lo da
praia, se faz necessário o flagrante e, oficialmente, apenas um associado se
manifestou. Ficou decidido que o rapaz não será aceito na associação, pois já
havia feito o pedido e, caso retorne à praia, será alertado do risco que está
correndo, devido à irritação dos freqüentadores, que se sentiram ofendidos com
suas (falsas) afirmações.
Foi sugerido, pelo ass. Arthur, a implementação de uma caixa de sugestões e
reclamações, a ser passada entre os freqüentadores da praia, com o intuito de se
melhorar alguns aspectos e corrigir outros, mas enfatizando-se a necessidade da
denúncia, do flagrante de atitudes pessoais e grupais, contrários às normas e à
ética de conduta naturista.
Domingo, dia 13/07/06, dia dos pais, aconteceu algo lamentável: um grupo formado
por homens e apenas uma mulher chegou bem cedo à praia, levando a pensar que
provavelmente estavam “continuando a noite”, bebendo e fazendo uso de droga
ilícita (aparentemente cocaína); instalaram-se na barraca do Marquinhos e, por
algumas vezes Hamilton, nosso segurança e relator, chamou-lhes atenção devido
conduta inadequada. Em um determinado momento os homens foram embora e a mulher
permaneceu desfalecida na areia até às 16:00h. Quando esta acordou reclamou,
chorando, que seu dinheiro e aparelho de telefone celular tinham sumido, ou
seja, foram furtados. Baseado em relatos diversos, que convergiam para a mesma
evidência, Hamilton apurou as circunstâncias e resgatou parte do produto do
furto, o dinheiro, em uma sacolinha preta no meio do mato; o celular foi
devolvido espontaneamente pelo barraqueiro Luís, suposto autor do delito.
Suspeita-se que o barraqueiro Marquinhos seja co-autor, ou seja, ambos estavam
macomunados.
O caso não foi registrado na delegacia de polícia porque a vítima não quis
prestar queixa, porém foi decido por unanimidade que o Luís será impedido de
entrar na praia, tanto como vendedor quanto como freqüentador. Com relação ao
Marquinhos, como já reclamaram dele para a Associação, será chamado para uma
conversa, na primeira oportunidade que houver, em assembléia a ser realizada com
quem estiver presente.
Levando-se em conta mais esse episódio, Pedro propôs que em datas comemorativas,
quando a freqüência de associados é muito pequena ou nenhuma, tais como dia das
mães/pais, Natal e Reveillon a praia não seja aberta, ou seja, que a segurança,
se houver, seja de responsabilidade da polícia, visto o grau de exposição ao
qual a A.N.A. e seus colaboradores se submetem. Mas não foi votada uma decisão.
Estiveram presentes 8 associados.
Sendo assim disposto, Rio de Janeiro, 20 de agosto de 2006
Subscrevo,
Pedro Ribeiro - Presidente
Cristina Denise, secretária