CURIOSIDADES

Animais silvestres enfeitam a praia do Abricó

 

 

A praia do Abricó está situada entre a montanha e o mar. E na montanha há uma exuberante vegetação, que faz parte da Mata Atlântica, a qual é povoada por inúmeras espécies de animais, como macacos, ouriços, gambás, pássaros diversos. De vez em quando chega até a beira-mar um ou outro espécime mais curiosa e traz alegria para os frequentadores. Em meados de setembro de 2013 uma preguiçosa Preguiça foi flagrada se exercitando nas árvores que emolduram a praia.

 

 

(enviado em 30/09/13 por Pedro Ribeiro)


Proteína do abricó-de-praia apresenta efeito contra cárie

 

Uma pesquisa da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Unicamp, avaliou o efeito das lectinas de duas plantas nacionais sobre bactérias presentes na placa bacteriana ou biofilme oral, especialmente em relação à cárie. As lectinas são proteínas encontradas em animais e vegetais, e há muitos anos têm sido objeto de estudos na área médica. Dentre suas funções biológicas já detectadas estão as antimicrobiana, inseticida e fungicida. Recentemente, duas lectinas inéditas extraídas de duas plantas foram purificadas por pesquisadores do Laboratório de Química de Proteínas da Unicamp e do Departamento de Ciências Naturais da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Elas são cientificamente denominadas Talisia esculenta – ou pitomba, como é conhecida no Norte e Nordeste – e Labramia bojeri – ou abricó-da-praia, encontrada com facilidade no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro.

 

O estudo apontou que a proteína extraída do abricó-da-praia foi capaz de inibir a aderência das bactérias cariogênicas, ou seja, pode ser utilizada na forma preventiva. No caso da pitomba, não foi identificado nenhum tipo de efeito. Para a autora da pesquisa, a odontologista Mara Rubea Tinoco Rodrigues de Oliveira, o trabalho é pioneiro e merece ser aprofundado, pois as duas lectinas nunca haviam sido testadas em microrganismos da flora humana, em especial a oral. “Estudos como este são importantes para o domínio da saúde pública. A idéia é conseguir remédios eficazes a baixo custo, democratizando a oferta”, argumenta.

 

Mara Rubea de Oliveira afirma que apesar de o país possuir a maior farmácia viva do planeta, ainda está aquém de outros países em pesquisas nesta área. “Um grande passo é a preocupação do governo em formular a Política Nacional de Medicina Natural e Práticas Complementares. Espero que seja mais um instrumento na busca por justiça social”, acrescenta. A pesquisa consta da dissertação de mestrado profissional em odontologia em saúde coletiva, sob o título Avaliação in vitro do efeito de lectinas de sementes de Talisia esculenta e Labramia bojeri sobre o biofilme oral, orientada pelo professor Francisco Carlos Groppo e co-orientada por Maria das Graças Machado Freire.

(Fonte: Raquel do Carmo Santos / Jornal da Unicamp)

 

copiado do site: http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/

index.php3?action=ler&id=23818

 

(enviado por Pedro Ribeiro em 27/03/06)


A Pedra do elefante

Há alguma dúvida por que chamam Pedra do Elefante, a pedra que atualmente separa a parte naturista da parte não naturista do Abricó ?

E a areia da praia que ora aparece e ora desaparece ? Veja em um momento de fartura. Aqui em frente ao restaurante no lado (ainda)não naturista da praia.

Fotos enviadas por Mauro Martins em 24/01/06


foto: Internet

A fruta Abricó-da- praia

O Abricó
 

O Abricó que empresta o seu nome à nossa praia é apenas uma entre três espécies de árvores frutíferas conhecidas por este nome no Brasil.

 

Uma delas, conhecida em muitos países como apricot é o nosso damasco. Uma fruta que é, para nós, mais conhecida em sua forma desidratada. Do tamanho aproximado de uma laranja e com uma polpa macia e saborosa o abricó/damasco não é muito comum por aqui.

 

O outro abricó é o abricó-de-macaco. Muitos de nós já o vimos por aí sem, contudo, que soubéssemos a identidade desse fruto grande, do tamanho aproximado de uma bola de futebol de salão, com uma casca dura – muito utilizada em artesanatos e para a confecção de utensílios como cuias e conchas, entre os índios - e que possui uma polpa mal-cheirosa que é consumida com avidez pelos macacos. Daí a origem do seu nome seu nome. O abricó-de-macaco é uma arvore de que produz uma floração abundante, peculiar e muito bonita.

 

foto: Mauro Martins

Pé de Abricó, exemplar jovem encontrada na praia do Abricó

O nosso abricó é conhecido como abricó-do-pará ou abricó-da-praia . É uma árvore frondosa com folhagem verde-escura e abundante que produz pequenos frutos redondos, do tamanho aproximado de uma bola de pingue-pongue. O frutos do abricoteiro são de cor verde-escura quando em desenvolvimento e, quando maduros, são de um colorido amarelo vibrante, que contraste fortemente com a coloração da folhagem. No seu interior, duas grandes sementes são recobertas com uma polpa de sabor adocicado muito agradável, muito apreciada também por várias espécies de pássaros.

 

Na praia do Abricó, situada na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro existem vários exemplares do abricó-da-praia. Para quem chega na praia pela estrada, na entrada do restaurante, do lado direito do local onde se estacionam as motocicletas, está o maior deles. Em toda o costão, que separa a praia da estrada, são encontrados vários exemplares menores, árvores ainda muito jovens. No final da praia, na subida para as pedras, existe outra árvore já adulta e muito vistosa.

 

(enviado por Mauro Martins em 10/10/05 - mmartins@mauromartins.fot.br )

 

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